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O Papa Francisco fortalece a Luz e conclama os leigos!

Há mais Luz no catolicismo e seu brilho está crescendo evidentemente com o Papa Francisco, mas nós, leigos, temos a obrigação como cidadãos do Reino de Deus, de zelar pela doutrina de Jesus, mesmo que essa seja diferente da doutrina de qualquer igreja, inclusive da nossa.

Pedro é o novo Moisés, pecador. O pecado, portanto, habita na Igreja desde antes de ser formada. Mas Jesus já sabia disso, que seria assim com qualquer outro que ele escolhesse. Então nossa Igreja é o que é e Jesus aceitou a fraqueza humana como parte dela. Incorporou essa variável em sua estratégia; não exigiu de nós a perfeição, mas, por misericórdia, “apenas” a busca pela santidade.

A Igreja revigorada conforme o Papa Francisco, que vem buscando a essência simples do Evangelho de Cristo, pede que todos possamos ser como João Batista e preparemos o caminho do Senhor. Pede também que sejamos como Maria, aceitando o projeto de Deus em nossas vidas, mesmo sem entendê-lo completamente.

Antes de partir, o Senhor nos impôs o ”Ide e anunciai o Evangelho aos quatro cantos do mundo” e o fez no imperativo e não de forma simplesmente sugestiva. Enquanto Jesus é vinde; nós somos ide!

Por isso, o Papa Francisco nos pediu para irmos, sem medo, e servirmos ao próximo, a qualquer próximo, embasados em 3 pilares:

  1. Termos Cristo no centro da Igreja (cristocentrismo)
  2. Sabermos que somos todos discípulos-batizados em serviço ativo, cada qual com sua vocação
  3. Sermos Igreja que serve, acolhe e converte a Jesus

Dessa forma, se fortalecem claramente as prerrogativas católicas, e com elas a obrigação de sermos realmente fieis ao verdadeiro Evangelho (que é Jesus e não a bíblia, como livro).

Isso implica – e estamos fazendo isso – em retrocedermos nas práticas heréticas e nos erros que adotamos e incentivamos, de procurarmos a conciliação acatando e incorporando o que é santo mesmo estando fora dos “muros” de nossa Igreja, de corrigirmos fraternalmente e com paciência e argumentos consistentes as Verdades imutáveis da fé (como a Eucaristia) e, acima de tudo, de servirmos ao próximo e acolhermos os diferentes, para que mesmo sendo diferentes em questões adjacentes da fé, sejamos todos unificados nas questões centrais da fé cristã.

“A liderança e o poder são uma benção que trazem consigo o fardo obrigatório de terem como única finalidade o SERVIR ao próximo”. (Papa Francisco, 2014)

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