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Mas o que significa Pentecostes?

No dia de Pentecostes (encerradas as sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, nosso Senhor, derrama em profusão o Espírito sobre nós, nos dotando dos dons e carismas que cada qual precisa para viver plenamente nossa condição de filhos, batizados, cristãos e, portanto, necessariamente evangelizadores.

Mas o que significa Pentecostes?

Pentecostes ou quinquagésimo dia é uma das celebrações mais importantes do calendário cristão. O dia de Pentecostes é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa e ocorre no décimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus.

Histórica e simbolicamente, o Pentecostes está ligado ao festival judaico da colheita, que comemora a entrega dos Dez mandamentos no Monte Sinai, 50 dias depois do Êxodo. Para nós, cristãos, o Pentecostes celebra a descida, na forma de fogo, do Espírito Santo sobre e para os apóstolos e seguidores de Cristo, através do dom de línguas, como descrito no Novo Testamento, durante aquela celebração judaica do quinquagésimo dia em Jerusalém.

A partir desse dia, os apóstolos passaram a pregar o Evangelho em outras línguas diferentes de sua língua-mãe, maravilhando e convertendo muitos a Cristo, conforme passagem dos Atos dos Apóstolos 2,1-14:

E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar  e  de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia e Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos,cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus. E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer? E outros, zombando, diziam: Estão cheios de mosto. Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a sua voz, e disse-lhes: Homens judeus, e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras”.

Na sequência desse texto, Pedro, nosso primeiro Papa, começa sua primeira pregação, sua primeira homilia. Por esta razão, o dia de Pentecostes é, às vezes, considerado o dia do nascimento da Igreja. Além disso, Pentecostes é também o símbolo do Cenáculo, onde os apóstolos se reuniram, pela primeira vez, à espera do Espírito Santo e onde, desde sua fundação, a comunidade cristã se reunia para ser conduzida pelo Sopro Inspirador, compartilhando o amor em Cristo.

O Espírito Santo e as Heresias

É fato que a consciência e a experiência do Espírito Santo estão no cristianismo desde os primórdios, como confirmam os escritos da Didaquê (ou Doutrina dos Doze Apóstolos, um escrito do século I que trata do catecismo cristão, obra de grande valor histórico e teológico).

Infelizmente, porém, ao longo da história de cristianismo, mesmo com todas as menções bíblicas diretas e indiretas à Pessoa do Espírito Santo no Novo Testamento e toda comprovação inerrante de sua ação direta na História da Salvação, desde o Antigo Testamento, muitas discórdias nasceram e floresceram em torno de sua existência, papel, materialidade e origem.

Por exemplo, no Arianismo, doutrina fundada pelo teólogo Ário de Alexandria (250 a 336), se negava a divindade de Cristo. Por decorrência, também se negava a divindade do Espírito Santo, que somente passa a ser tornado artigo verdadeiro e definitivo de fé cristã a partir do Concílio de Constantinopla, em 381.

Até cerca de 360, a maioria dos debates teológicos tratava principalmente da discussão sobre divindade de Jesus, a segunda pessoa do Trindade. Como o Concílio de Nicéia em 325 não esclareceu de forma efetiva a divindade do Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, esta questão acabou por se tornar um tema de debates calorosos, sendo que diversas correntes, como  os macedonianos, negavam sua divindade.

O concílio foi presidido sucessivamente por Timóteo de Alexandria, Manuel de Antioquia, Gregório Nazianzeno e Nectário, arcebispo de Constantinopla, e reconfirmou o Credo Niceno desenhado em 325, como uma verdadeira exposição de fé ortodoxa. Entretanto, ampliou a declaração de fé de Niceia, incorporando as afirmações definitivas sobre a divindade do Espírito Santo, a fim de combater a heresia dos macedonianos. Com isso, nasceu o Credo Niceno-Constantinopolitano. Também neste Concílio se estabeleceu que o Espírito Santo, assim como Jesus, tem natureza idêntica (do mesmo ser – “ousia”) à do Deus Pai, criando-se assim as bases para a teologia da Trindade. O texto-base, apresentado por Atanásio, e utilizado na época foi:

“O Espírito Santo procede do Pai e do Filho, não feito, nem criado, nem gerado, mas procedente. Portanto, há um só Pai, não três Pais, um Filho, não três Filhos, um Espírito Santo, não três Espíritos Santos. E nessa Trindade nenhum é primeiro ou último, nenhum é maior ou menor. Mas todas as três pessoas co-eternas são co-iguais entre si; de modo que em tudo o que foi dito acima, tanto a unidade em trindade, como a trindade em unidade deve ser cultuada. Logo, todo aquele que quiser ser salvo deve pensar desse modo com relação à Trindade.”

O Grande Cisma do Oriente – Breve Visão Histórica e Política

O Cisma do Oriente, também chamado de Grande Cisma ou Cisma Ocidente-Oriente, foi o que separou a Igreja Católica Apostólica em Igreja Católica Romana (ocidental) e a Igreja Ortodoxa (oriental). Ocorreu no século XI, mais especificamente no ano de 1054, na cidade de Constantinopla.

O Cisma do Oriente nasceu da revolta do Patriarca de Constantinopla contra a autoridade do Papa de Roma. Isso quer dizer que o cisma, que perdura até os dias de hoje, nasceu amparado pelo orgulho de homens que estavam à frente de nossa Igreja, à época.

Constantinopla foi fundada pelo Imperador Constantino, que deu liberdade aos cristãos no ano 313, convertendo-se ao cristianismo e abrindo as portas para a cristianização oficial do Império Romano em 380 (pelo Édito de Tessalônica do Imperador Teodósio). Foi também Constantino quem transferiu o poder imperial para o Oriente, rebatizando então de Constantinopla a antiga cidade de Bizâncio, atual Istambul, na Turquia.

O título de Patriarca era dado apenas aos Bispos de cidades que haviam recebido a pregação direta de um Apóstolo. Assim, eram reconhecidos como principais Patriarcas o Bispo de Alexandria , onde pregara o evangelista São Marcos, o Bispo de Jerusalém, onde fora Bispo o Apóstolo São Tiago, o bispo de Antioquia, cidade em que viveu e foi Bipo São Pedro e, finalmente, Roma , que teve o mesmo São Pedro como seu primeiro Bispo.

É claro que Constantinopla, por ter sido fundada apenas no século IV não poderia ter, normalmente, o título de Patriarca, pois nenhum Apóstolo pregara nessa cidade, que ainda não existia nos tempos apostólicos. Entretanto, por ser a capital do Império do Oriente, os Arcebispos de Constantinopla reivindicavam essa honra, que Roma afinal lhe concedeu, a título honorário. Com o tempo, alguns patriarcas orientais, especialmente o de Constantinopla, reivindicaram uma paridade com o Papa de Roma, querendo que a Igreja não fosse mais uma organização mono-hierárquica, mas e sim penta-hierárquica. Ainda hoje, popularmente, costuma-se falar do primado de Pedro no Ocidente e de André no Oriente.

Pretendia-se, com isso, que o Papa de Roma fosse apenas um chefe honorífico da Igreja, um “primus inter pares”, um superior em honra, entre os Patriarcas, que seriam iguais em direito, o que, de certa forma, contradizia a primazia estabelecida por Jesus, a Pedro, como pedra angular de sua Igreja. É importante lembrarmos que Cristo não anulou a liderança dos demais apóstolos e sua liberdade, mas as condicionou a uma liderança central e alinhada nas questões essenciais da fé apostólica, na figura de Pedro. Com efeito, a Igreja de Roma – ainda hoje – não é e não pode ser mais que as outras, mas é, por primazia, primeiro que as outras; não é e não pode ser a única igreja, mas é, por fundação, a mãe das demais igrejas.

Outros fatores também contribuíram para o cisma, dentre os quais a crise iconoclasta, questão referente à veneração de imagens e à idolatria, e as disputas de Fócio com Roma.

No século IX, Fócio, Arcebispo de Constantinopla, se rebelou contra o Papa de Roma, que o excomungou. Como resposta, Fócio se autoproclamou Patriarca Ecumênico de Constantinopla e “excomungou” o Papa São Nicolau I. Com a subida ao poder do Imperador Basílio, o Macedônico, em Constantinopla, Fócio perdeu o poder que tinha, mas o retomou em Constantinopla, mesmo depois de sua solene condenação, no ano 870. Ato contínuo, o Papa João VIII renovou a condenação de Fócio e, com o advento ao trono do Imperador Leão, o Filósofo, Fócio foi expulso pela segunda vez de Constantinopla, terminando a disputa pouco depois.

O distanciamento entre as duas Igrejas católicas e apostólicas tem formas culturais e políticas muito profundas, cultivadas ao longo de séculos. As tensões entre as duas igrejas datam no mínimo da divisão do Império Romano em oriental e ocidental e a transferência da capital da cidade de Roma para Constantinopla, no século IV. Uma diferença crescente de pontos de vista entre as duas igrejas resultou da ocupação do oeste pelos outrora invasores bárbaros, enquanto o leste permaneceu herdeiro do mundo clássico. Enquanto a cultura ocidental foi paulatinamente se transformando pela influência de povos como os germanos e a Igreja Romana se interessando pelas questões do direito canônico, o Oriente permaneceu desde sempre ligado à tradição da cristandade helenística e à ritualística herdada das comunidades primitivas (chamada Igreja de tradição e rito grego). Isto foi exacerbado quando os papas passaram a apoiar o Sacro Império Romano no oeste, em detrimento do Império Bizantino no leste, especialmente no tempo de Carlos Magno. Havia também disputas doutrinárias e acordos sobre a natureza da autoridade papal.

O Grande Cisma do Oriente – Breve Visão Teológica e Dogmática

Uma ruptura grave ocorreu de 856 a 867, também sob o patriarca Fócio de Constantinopla, que usou a questão da Filioque (procedência do Espírito Santo advindo somente do Pai – ortodoxos/credo ortodoxo – e do Pai e do Filho – ocidentais/credo niceno-constantinopolitano), como ponto de discórdia, condenando a sua inclusão (procedência do Filho) no credo da cristandade ocidental e lançando contra ela a acusação de heresia.

O primeiro caso conhecido no ocidente da inserção do trecho no credo niceno foi quando a palavra Filioque foi adicionada, talvez inadvertidamente, ao texto latino do credo no Terceiro Concílio de Toledo (589), se espalhando espontaneamente por todo o Império dos Francos. No século IX, o Papa Leão III, ainda que aceitando a doutrina como já o fizera seu antecessor Leão I, tentou em vão suprimir a adição da Filioque. Em 1014, porém, o canto do credo – com a Filioque – foi adotado na celebração da missa em Roma. Desde a denúncia feita por Fócio (Cisma de Fócio), a cláusula tem sido objeto de conflitos entre o ocidente e o oriente, tendo sido fundamental para o Grande Cisma do Oriente de 1054 e se provando um obstáculo para as tentativas de reunião até os dias de hoje, uma vez que as pendências não foram apenas de natureza política, disciplinar e litúrgica, mas também de natureza dogmática.

A deterioração das relações entre as duas Igrejas contribuiu largamente para o episódio do saque de Constantinopla durante a quarta Cruzada (1204) e o estabelecimento do Império Latino (ocidental), que durou 55 anos. Isso aprofundou ainda mais a ruptura e a desconfiança mútua.

Houve várias tentativas de reunificação, principalmente nos Concílios Ecumênicos de Lyon (1274) e Florença (1439), mas as reuniões mostraram-se efêmeras. Estas tentativas acabaram efetivamente com a queda de Constantinopla em mãos dos otomanos, em 1453, que ocuparam quase todo o antigo Império Bizantino por muitos séculos. As mútuas excomunhões só foram levantadas em 7 de Dezembro de1965, pelo Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras I, por forma a aproximar as duas Igrejas, afastadas havia séculos. As excomunhões foram retiradas pelas duas Igrejas em 1966. Somente recentemente o diálogo entre elas foi efetivamente retomado, a fim de tentar sanar o cisma. Este ano, por exemplo, pela primeira vez, o patriarca grego, juntamente com outros patriarcas do oriente, compareceu à missa inaugural de um papado em Roma, a do Papa Francisco.

O Espírito Santo procede do Pai e do Filho, sim!

Para ambas as igrejas católicas apostólicas, não há discussão que o Espírito Santo proceda de Deus-Pai. Mas a procedência do Filho, como defenderam Atanásio, Cirilo e Epifânio – e negada pela igreja do oriente, é amplamente defensável e está baseada em diversos textos bíblicos, como em Gálatas e também na carta aos Romanos. Ou em João, como nas passagens abaixo:

  • “Eu e o Pai somos um;… quem me vê a mim, vê ao Pai”: ora, se o Espírito Santo procede do Pai, também procede do Filho, porque, como disse Jesus, ambos são um só!
  • Jesus, reunido com seus discípulos, sopra sobre eles e diz: “Recebam o Espírito Santo”: ora, ninguém dá/sopra o que não tem! Vale lembrar também, por exemplo, que Jesus dá esse mesmo sopro do Espírito (“ruach” em hebraico) para promover a cura do paralítico da piscina de Betesda, recriando, metaforicamente, o Novo Homem nascido do barro e de seu cuspe.

Como Igreja, é o Espírito Santo quem nos prepara para os Sacramentos

Sabemos e cremos que os Sacramentos foram instituídos por Jesus Cristo como “sinais sensíveis e eficazes da graça […] mediante os quais nos é concedida a vida divina” – ou a salvação – e que eles foram confiados à Igreja. Através destes sinais ou gestos divinos, “Cristo age e comunica a graça, independentemente da santidade pessoal do ministro”, embora “os frutos dos sacramentos dependam também das disposições de quem os recebe”.

Ao celebrá-los, a Igreja Católica, através das palavras e elementos rituais, alimenta, exprime e fortifica a sua fé e a fé de cada um dos seus fiéis. Estes sinais de graça constituem uma parte integrante e inalienável da vida cristã de cada fiel. Por isso, os sacramentos concorrem para a salvação dos crentes, porque eles conferem a graça de Deus, “o perdão dos pecados, a adoção como filhos de Deus, a conformação a Cristo Senhor e o pertencimento à Igreja”.

É a Pessoa do Espírito Santo e sua ação transformadora quem nos prepara para a recepção dos sacramentos por meio da Palavra de Deus e da fé que acolhe a Palavra nos corações bem dispostos. Por isso, os Sacramentos fortalecem e exprimem a fé.

O fruto da vida sacramental é, ao mesmo tempo, pessoal e eclesial. Por um lado, este fruto é para cada crente uma vida para Deus, em Jesus; por outro, é para a Igreja o seu contínuo crescimento na caridade e na sua missão de testemunho e confirmação da fé na cruz de Cristo. Por isso, os Sacramentos são entendidos como gestos de Deus na vida de cada crente, expressando-se simbólica e espiritualmente, para o seu bem e o da Igreja.

 

Pentecostes e a Reforma Diária da Igreja

Assim como somos herança de nossos ancestrais, a Igreja, fundada por Cristo e entregue à liderança de Pedro, é fruto do tempo, em constante processo evolutivo, corrigindo erros e rotas de nossos ancestrais, renovando seu catecismo. Apesar de comunitária por essência e obrigação, não é uma democracia, pois não é feita pelo povo, mas dada para o povo do alto, por Deus, para ser o Corpo e Esposa de seu filho Jesus Cristo, fiel guardiã de seus mandamentos. Como comunhão, é também um meio eficaz – apesar de não exclusivo – de conexão do Homem com Deus, que liga e religa e que, com o suporte firme e confiável do Espírito Santo, dissemina o Evangelho eternamente.

Independentemente da visão e das diferentes opiniões que se tenha sobre o grau de heresia e/ou de verdade contidos nas 95 teses e na teologia proposta por Lutero, é fato que Jesus jamais aprovaria a divisão de seu rebanho, de sua Igreja Corpo. Jesus era adepto da regeneração e não da ruptura. Reformar e corrigir sempre, dividir jamais, teria ensinado Nosso Senhor.

Jesus, como reformador da Lei e definidor de uma Nova e Eterna Aliança, deixou-nos o Espírito Santo para nos ajudar nessa tarefa contínua de evolução e caminhada como Igreja, tanto individual, como coletiva. Evangelizar e converter são obrigações diárias de todo batizado, de todo crente, de todo filho de Deus, cidadão de seu Reino “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,15).

Justamente por isso, como Igreja e como evangelizadores por DNA espiritual, devemos aprender com Pentecostes, reeditando o evangelizar em línguas citado no Evangelho, em um evangelizar contínuo na língua do outro, na cultura do outro, na dinâmica existencial do outro, de forma que a Palavra, preservada e intacta, sob o ponto de vista teológico, se faça presente, viva, contextualizada e poderosa transformadora na vida do outro, porque ganha eco em seu coração, apoiado em sua razão (ou seja, em sua confirmação de fé).

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